Caminhos da vida
O mundo gira em torno de desafios,
No desenrolar de linhas presas,
Na criação de laços e ninhos,
A vida segue, turva, as correntezas.
Cada sublime momento pede seu tempo,
Mas o tempo não o espera,
Segue nas esquinas e curvas em que sigo,
Segue na calada da noite, em desatino.
Contemplar faz parte do viver,
Mas não deixe a vida passar para entender,
Que aqueles que seguem, também marcaram você,
De forma sutil ou à transparecer.
Aquilo que era certo; hoje, pode não ser mais,
Por isso não peça pelo que se desfaz.
A vida segue nesse desatino,
Não há de temer pelo seu destino.
No preto e branco, suas tonalidades,
No lusco-fusco do anoitecer,
Faça o melhor, vá se conhecer,
Olhe pra ela e seja o que tiver que ser.
No desenrolar de linhas presas,
Na criação de laços e ninhos,
A vida segue, turva, as correntezas.
Cada sublime momento pede seu tempo,
Mas o tempo não o espera,
Segue nas esquinas e curvas em que sigo,
Segue na calada da noite, em desatino.
Contemplar faz parte do viver,
Mas não deixe a vida passar para entender,
Que aqueles que seguem, também marcaram você,
De forma sutil ou à transparecer.
Aquilo que era certo; hoje, pode não ser mais,
Por isso não peça pelo que se desfaz.
A vida segue nesse desatino,
Não há de temer pelo seu destino.
No preto e branco, suas tonalidades,
No lusco-fusco do anoitecer,
Faça o melhor, vá se conhecer,
Olhe pra ela e seja o que tiver que ser.
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